Pacientes transplantados precisam de suporte psicológico?


Quando um paciente está diante de seu médico discutindo as condições de um transplante significa que a falência de um órgão vital está bem próxima ou já ocorreu. Portanto o transplante surge como uma possibilidade de retomar a sua vida como era antes. Será preciso uma doação, mas quem poderá doar? Será que existe um familiar compatível e ele faria essa doação ou será preciso aguardar um doador cadáver? Quantos estão aguardando na fila? Será que dará tempo? E a cirurgia, vou suportar esse processo cirúrgico? São tantas as perguntas, as dúvidas e as incertezas mas existe o forte desejo de viver que impulsiona o paciente. Inicia-se a primeira fase do transplante: o preparo e a expectativa.

O transplante renal é tido pelos pacientes como a solução para suas angústias e sofrimento. No transplantado renal, são grandes os benefícios que a cirurgia propicia ao rendimento físico, apetite, sono e vida sexual. A restrição de alimentos e de líquidos deixa de existir ou é atenuada e o nível de autonomia, anteriormente prejudicada pela hemodiálise apresenta uma melhora substancial. Isto faz com que haja um grande desejo por parte de muitos pacientes pelo transplante, porém como o tempo de espera para doação de órgão cadáver é relativamente grande, isto acaba gerando novas angústias e sentimentos que interferem na estabilidade emocional.

Realizado o transplante o paciente inicia a segunda etapa deste processo rodeado de medos, angústias e muitas vezes tristeza. A possibilidade da rejeição é companheira diária de suas conversas com o travesseiro. Ajustes de medicações, infecções, baixa imunidade, uso de máscara, internações extras, exames e o medo constante de perder o órgão recebido.

Percebe-se então, na prática, a necessidade do acompanhamento psicológico ao paciente candidato ao transplante desde o preparo e espera até o pós transplante, pois a presença deste profissional neste momento oferece para o paciente uma fonte de referência e segurança. Ele poderá explorar seus medos e fantasias em relação à doença, ao tratamento e expressar sua angústia pela imposição da nova realidade que inclui a doença. Muitas vezes, os pacientes não se sentem seguros em exprimir seus sentimentos para a família por se considerarem fonte de preocupação. É através do acompanhamento psicológico que terão a oportunidade de elaborar estes conteúdos, e de uma forma mais saudável, organizar psiquicamente sua nova possibilidade de existência.

Sabemos que muitas vezes o paciente se encontra impossibilitado em sua locomoção e o atendimento psicológico online pode auxiliar nessas situações.

Autorizada pelo Conselho Federal de Psicologia a realizar este tipo de atendimento a Psicóloga Marisa Gaspar oferece atendimentos online a pacientes em hemodiálise ou transplantados. Com experiência pessoal tanto em hemodiálise quanto em transplante a Psicóloga recebe seus pacientes online com a mesma atenção que recebe seus pacientes presenciais. Para saber sobre as condições e as regras deste atendimento visite a página www.praxisanalitica.com

Um forte abraço,

Marisa Gaspar

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